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    Home»Notícias»Como o dinheiro do fundo comum é usado durante o consórcio? Veja com Tiago Oliva Schietti
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    Como o dinheiro do fundo comum é usado durante o consórcio? Veja com Tiago Oliva Schietti

    Henry WestlakePor Henry Westlake6 agosto, 20264 Mins de leitura
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    Tiago Oliva Schietti
    Tiago Oliva Schietti
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    O consórcio é uma modalidade de compra programada em que várias pessoas se reúnem para formar um grupo e adquirir bens ou serviços por meio de contribuições mensais compartilhadas, como informa o empresário Tiago Oliva Schietti. Tendo isso em vista, entender essa lógica coletiva é o primeiro passo para participar de um grupo com previsibilidade, sem depender de financiamento bancário tradicional.

    Assim sendo, o funcionamento do fundo comum define o ritmo das contemplações, dos sorteios e da própria saúde financeira do grupo ao longo do plano. Interessado em saber mais sobre? A seguir, veremos como esse dinheiro circula, o que influencia a liberação das cartas de crédito e por que acompanhar cada etapa ajuda o consorciado a planejar melhor sua participação até o encerramento do contrato.

    Como funciona a arrecadação dentro do consórcio?

    Todo mês, cada integrante do grupo paga uma parcela que é somada às demais e passa a compor o fundo comum. Esse montante único é o que sustenta as contemplações seguintes, já que o consórcio não trabalha com recursos de terceiros, mas com o dinheiro do próprio coletivo de participantes.

    Conforme evidencia Tiago Oliva Schietti, a regularidade nos pagamentos é o que garante a solidez do grupo ao longo de todo o prazo contratado. Uma vez que atrasos generalizados reduzem o volume disponível e podem atrasar a liberação de novas cartas de crédito para quem ainda aguarda a vez.

    O papel do fundo comum nas contemplações

    Quando o valor acumulado é suficiente, uma ou mais cotas são contempladas naquele mês, permitindo que o participante utilize a carta de crédito para adquirir o bem pretendido. Isto posto, existem basicamente duas formas de chegar a esse resultado dentro do grupo:

    • Sorteio: realizado mensalmente entre todos os participantes em dia com as parcelas, seguindo critérios definidos em contrato, geralmente vinculados aos números da Loteria Federal.
    • Lance: oferta de um valor adiantado, que pode ser livre ou embutido, usada por quem deseja antecipar a contemplação sem depender exclusivamente da sorte.

    Essas duas vias convivem no mesmo grupo e disputam espaço no mesmo fundo comum, o que explica por que as administradoras costumam divulgar o histórico de lances vencedores como referência para novos participantes.

    Tiago Oliva Schietti
    Tiago Oliva Schietti

    O que acontece com o dinheiro não utilizado?

    Nem todo o valor arrecadado se destina às cartas de crédito. Uma parte compõe a taxa de administração, o fundo de reserva e, quando previsto em contrato, o seguro do grupo. Esses valores cobrem custos operacionais e protegem o coletivo contra inadimplência ou eventos imprevistos entre os cotistas. Já como demonstra Tiago Oliva Schietti, essa divisão é o que diferencia o consórcio de uma simples poupança coletiva, já que existe uma estrutura de gestão responsável por equilibrar entradas e saídas do fundo comum durante todo o ciclo do grupo.

    Por que o equilíbrio do grupo importa tanto quanto a contemplação?

    Um grupo desequilibrado, com muitas desistências ou atrasos, compromete a velocidade das contemplações para quem permanece adimplente. Por isso, a saúde financeira coletiva funciona como termômetro da própria viabilidade do consórcio como alternativa de compra, especialmente em grupos mais longos, nos quais pequenas oscilações mensais se acumulam ao longo dos anos e afetam diretamente o número de cartas liberadas a cada assembleia.

    Fundo comum e planejamento financeiro pessoal

    Entender esse mecanismo muda a forma como o participante encara o próprio consórcio. Em vez de esperar passivamente pela sorte, é possível ajustar o valor de lances, reforçar reservas pessoais e escolher o momento mais estratégico para tentar a contemplação, sempre considerando o ritmo real de arrecadação do grupo e o comportamento histórico das assembleias anteriores.

    Essa postura ativa costuma trazer melhores resultados do que simplesmente aguardar o sorteio mensal, já que aproxima o consorciado da lógica financeira que sustenta todo o sistema. Ou seja, a arrecadação, as contemplações e a gestão do fundo comum caminham juntas e sustentam qualquer grupo de consórcio do início ao fim, conforme enfatiza Tiago Oliva Schietti.

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