Close Menu
Jornal do Arquiteto
    News

    Recuperação judicial: Confira com Rodrigo Gonçalves Pimentel, os erros mais comuns que comprometem o processo

    fevereiro 20, 2026

    PAT em 2026: Entenda como as novas regras impactam empresas e exigem governança mais estruturada

    fevereiro 12, 2026

    Saiba como a genética influência o seu calendário de exames: Por que a relação entre mamografia e histórico familiar de câncer de mama exige uma estratégia?

    fevereiro 9, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • Recuperação judicial: Confira com Rodrigo Gonçalves Pimentel, os erros mais comuns que comprometem o processo
    • PAT em 2026: Entenda como as novas regras impactam empresas e exigem governança mais estruturada
    • Saiba como a genética influência o seu calendário de exames: Por que a relação entre mamografia e histórico familiar de câncer de mama exige uma estratégia?
    • Tecnologia e eficiência produtiva no campo: o papel da digitalização, automação e softwares de gestão na pecuária atual
    • Como a Arquitetura e Tecnologia Transformam os Espaços Urbanos e o Cotidiano das Cidades
    • Quando Arquitetura e Política se Encontram: O Legado de Demetrio Ribeiro
    • Orla Carioca Ganha Nova Regra Urbanística para Preservação do Sol e do Espaço Público
    • Prumo e nível na alvenaria: Por que pequenos desvios geram grandes custos?
    Jornal do ArquitetoJornal do Arquiteto
    • Home
    • Notícias

      Recuperação judicial: Confira com Rodrigo Gonçalves Pimentel, os erros mais comuns que comprometem o processo

      fevereiro 20, 2026

      PAT em 2026: Entenda como as novas regras impactam empresas e exigem governança mais estruturada

      fevereiro 12, 2026

      Saiba como a genética influência o seu calendário de exames: Por que a relação entre mamografia e histórico familiar de câncer de mama exige uma estratégia?

      fevereiro 9, 2026

      Tecnologia e eficiência produtiva no campo: o papel da digitalização, automação e softwares de gestão na pecuária atual

      fevereiro 3, 2026

      Orla Carioca Ganha Nova Regra Urbanística para Preservação do Sol e do Espaço Público

      fevereiro 3, 2026
    • Política

      Quando Arquitetura e Política se Encontram: O Legado de Demetrio Ribeiro

      fevereiro 3, 2026

      Cloud Dancer se firma como a cor de 2026 e redefine a estética da decoração contemporânea

      janeiro 19, 2026

      A Arquitetura da Inclusão Racial: Como a Política Transforma Espaços e Sociedades

      novembro 24, 2025

      Inovação estrutural: quando educação e construção se encontram no palco da conferência

      outubro 24, 2025

      A Nova Arquitetura Constitucional dos Acordos com Deságio de Precatórios: Implicações e Perspectivas

      setembro 15, 2025
    • Tecnologia

      Como a Arquitetura e Tecnologia Transformam os Espaços Urbanos e o Cotidiano das Cidades

      fevereiro 3, 2026

      Nova arquitetura digital acelera a transformação tecnológica e redefine a competitividade

      janeiro 19, 2026

      A beleza orgânica que inspira a arquitetura contemporânea ao redor do mundo

      novembro 24, 2025

      Revolução Concreta: como o brutalismo africano encontra o futuro

      outubro 24, 2025

      Como a Integração entre Transporte Eficiente e Arquitetura Inovadora Está Transformando Cidades Brasileiras

      setembro 15, 2025
    • Sobre Nós
    Jornal do Arquiteto
    Home»Notícias»Empoderamento feminino: como a Lei do Disque 153 combate a violência obstétrica
    Notícias

    Empoderamento feminino: como a Lei do Disque 153 combate a violência obstétrica

    Diego VelázquezBy Diego Velázquezoutubro 1, 2024Nenhum comentário4 Mins Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Karina Soltur
    Karina Soltur
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Karina Soltur, vereadora comprometida com a defesa dos direitos das mulheres, foi a principal força por trás da criação da Lei do Disque 153, um marco no combate à violência obstétrica. A realidade de muitas gestantes que enfrentam abusos físicos e emocionais durante o parto é preocupante, e essas agressões podem ir desde intervenções desnecessárias até a falta de respeito pelo sofrimento das pacientes. Mas como as mulheres podem se proteger e garantir seus direitos? Neste artigo, vamos explorar os recursos legais que você pode utilizar para se proteger contra esse tipo de violência. 

    Leia para saber mais!

    Como identificar a violência obstétrica?

    A violência obstétrica pode assumir várias formas, e muitas mulheres não estão plenamente conscientes do que configura essa violência. Práticas como intervenções médicas sem o consentimento da paciente, exposição a procedimentos desnecessários ou a pressa durante o parto são algumas das principais formas de violência. Além disso, a falta de consideração pelo bem-estar emocional da gestante e o tratamento desrespeitoso podem gerar traumas duradouros. 

    Através da Lei do Disque 153, qualquer pessoa pode denunciar casos de violência obstétrica. Esse canal rápido e eficaz garante que, ao menor sinal de abuso, a Guarda Civil Municipal (GCM) seja acionada, garantindo uma resposta imediata. Como defensora dos direitos das mulheres, Karina Soltur enfatiza que a denúncia é um passo crucial para frear os abusos e, principalmente, para proteger as futuras mães de passarem pelo mesmo sofrimento.

    Karina Soltur
    Karina Soltur

    Quais são os recursos legais disponíveis?

    Além do Disque 153, as mulheres têm outros recursos legais à disposição para se protegerem da violência obstétrica. A legislação brasileira, através de leis como o Código de Ética Médica e a Lei dos Direitos da Gestante, garante que as pacientes sejam respeitadas em todas as fases do atendimento, principalmente durante o parto. A violação desses direitos pode resultar em ações legais contra os profissionais de saúde responsáveis e instituições hospitalares. Karina Soltur, como vereadora, desempenha um papel vital na criação de leis que protejam as mulheres, garantindo que tenham acesso a esses recursos e que conheçam seus direitos.

    A lei que criou o Disque 153, promovida por Karina Soltur, tornou possível uma resposta rápida e eficiente às denúncias de violência obstétrica. As mulheres, ao ligarem para o 153, podem contar com a presença da GCM em poucos minutos, verificando a situação e tomando as medidas cabíveis. Esse tipo de ação demonstra o compromisso da vereadora com a proteção das mulheres e a luta por um atendimento digno durante o parto, criando um ambiente mais seguro para todas as gestantes.

    Qual o papel da sociedade na prevenção?

    Embora as leis desempenhem um papel fundamental, a sociedade também tem uma responsabilidade importante na prevenção da violência obstétrica. É necessário que tanto profissionais de saúde quanto familiares e amigos estejam cientes dos direitos das gestantes e saibam identificar práticas abusivas. A educação e a sensibilização são ferramentas poderosas para evitar que casos de violência ocorram. Karina Soltur, ao promover a lei do Disque 153, sempre ressaltou a importância de envolver a comunidade na luta contra a violência obstétrica, pois a prevenção começa com a conscientização.

    Além de denunciar casos de violência, a sociedade pode atuar como uma rede de apoio, incentivando as mulheres a buscarem seus direitos e a se protegerem. A lei do Disque 153, elaborada pela vereadora Karina Soltur, não apenas dá um canal de denúncia, mas também fortalece o papel da comunidade no combate a essa prática, garantindo que todos façam parte da proteção das mulheres em um momento tão delicado quanto o parto.

    Lei do Disque 153: um escudo contra a violência obstétrica

    A violência obstétrica é um problema que afeta milhares de mulheres e precisa ser combatida de forma eficaz. Felizmente, a Lei do Disque 153, criada por Karina Soltur, oferece uma ferramenta crucial para a proteção dessas mulheres, permitindo uma ação rápida e eficaz contra qualquer tipo de abuso. Através dessa lei e do comprometimento da vereadora em defender os direitos femininos, as mulheres podem se sentir mais seguras e amparadas. Além disso, é fundamental que todos estejam atentos e informados para identificar e combater a violência obstétrica, garantindo o respeito e a dignidade no momento do parto.

    Instagram: @karinasoltur

    Facebook: Karina Soltur

    Kwai: https://j00.co/u/@karinasoltur/Fk1m0cCK 

    TikTok: https://www.tiktok.com/@karinasoltur

    Post Views: 271
    Eleições Guarulhos Empoderamento feminino Karina Celeste Karina Celeste Moura Pires Karina Moura Pires Karina Soltur Karina Soltur Guarulhos Lei do Disque 153 Vereadora de Guarulhos Violência obstétrica
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleDiversidade no mercado imobiliário: um novo horizonte para o setor de incorporações de imóveis
    Next Article Roraima em foco: a colaboração vital entre Governo e ONGs na crise migratória  
    Diego Velázquez
    Diego Velázquez
    • Website

    Related Posts

    Notícias

    Recuperação judicial: Confira com Rodrigo Gonçalves Pimentel, os erros mais comuns que comprometem o processo

    fevereiro 20, 2026
    Notícias

    PAT em 2026: Entenda como as novas regras impactam empresas e exigem governança mais estruturada

    fevereiro 12, 2026
    Notícias

    Saiba como a genética influência o seu calendário de exames: Por que a relação entre mamografia e histórico familiar de câncer de mama exige uma estratégia?

    fevereiro 9, 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Trending

    Saiba como a genética influência o seu calendário de exames: Por que a relação entre mamografia e histórico familiar de câncer de mama exige uma estratégia?

    fevereiro 9, 2026

    Descobrindo a magia da áfrica do sul: aventura na reserva kruger e o encanto do Hotel Kapama

    julho 26, 2023

    Soldiers Nutrition: Ultrapasse seus limites: guia para suplementação de maratonistas

    abril 24, 2025

    Recuperação judicial: Confira com Rodrigo Gonçalves Pimentel, os erros mais comuns que comprometem o processo

    fevereiro 20, 2026

    PAT em 2026: Entenda como as novas regras impactam empresas e exigem governança mais estruturada

    fevereiro 12, 2026

    Saiba como a genética influência o seu calendário de exames: Por que a relação entre mamografia e histórico familiar de câncer de mama exige uma estratégia?

    fevereiro 9, 2026

    O Jornal do Arquiteto é mais do que um simples blog sobre arquitetura. Aqui, arquitetos e apaixonados por design encontram um espaço para se manterem atualizados sobre as últimas tendências em tecnologia, política e diversas outras áreas que impactam o mundo da construção. Nossas notícias e análises buscam conectar o universo da arquitetura com as transformações da sociedade, oferecendo uma visão abrangente e inspiradora para profissionais e entusiastas.

    Câmara aprova selo para projetos de engenharia e arquitetura voltados a comunidades carentes

    junho 26, 2024

    Terapia ocupacional para idosos: promovendo bem-estar e qualidade de vida Por Richard Otterloo

    janeiro 29, 2024

    Alzheimer: Confira os principais sinais e cuidados para preservar a memória

    outubro 14, 2025
    • Home
    • Notícias
    • Política
    • Tecnologia
    © 2026 Jornal do Arquiteto - [email protected] - tel.(11)91754-6532

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.